quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Cópia original da Magna Carta de 700 anos é encontrada

Documento remonta ao ano de 1300, 85 anos depois que o rei John da Inglaterra
11 FEV2015 14h22

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Durante a busca de arquivos do conselho de um condado Inglês, um pesquisador acabou fazendo uma descoberta inesperada na cidade de Kent: ele encontrou uma cópia original da Magna Carta dentro de um scrapbook vitoriano. Embora não seja surpreendente, o documento está bem destruído, porém chega a valer mais de US$ 15 milhões (R$ 40,5 milhões). As informações são do IFL Science.

SAIBA MAIS


Documento foi encontrado dentro de um scrapbook vitorianoFoto: IFL Science / Reprodução

O texto da Magna Carta, que traz direitos básicos da época, incluindo o fim de alguns tributos, foi revelado pelo arquivista Mark Bateson na pequena cidade de Sandwich. Ele estaria procurando a versão da Carta de Forest, um texto complementar à Carta Magna, para o Projeto Carta Magna, liderado pelo historiador Nicholas Vincent, em comemoração aos 800 anos do documento. 

Porém, nessa busca, acabou achando a cópia original do documento que remonta ao ano de 1300, 85 anos depois que o rei John da Inglaterra foi obrigado a assinar o primeiro contrato que limitava os direitos dos reis. A versão achada teria sido emitida pelo rei Edward I (neto do rei John), que estava sob pressão da igreja e dos barões para reafirmar a boa governança.

A Carta tem mais de meio metro de comprimento, mas grande parte do texto está faltando, devido aos danos causados pela umidade. Além disso, não possui o selo real. Contudo, a data de emissão sobrevive na parte inferior do documento, o que levou aos historiadores a validar sua origem.

A Magna Carta é um documento de 1215 que limitou o poder dos monarcas da Inglaterra, especialmente o do rei João, que o assinou, impedindo assim o exercício do poder absoluto. Ainda hoje, é citada como um documento importante para os Direitos Humanos.

Prefeito e empregada são presos suspeitos de matar primeira-dama

Político foi trazido para Teresina após ser preso em Lagoa do Sítio.
José Simão e a empregada doméstica tinham um caso, segundo a polícia.
Empregada doméstica é suspeita de ser co-autora do crime. (Foto: Gustavo Almeida/G1)Empregada doméstica é suspeita de participar do crime. (Foto: Gustavo Almeida/G1)

O prefeito da cidade de Lagoa do Sítio, a 240 km de Teresina, José de Arimatéa, conhecido como Zé Simão (PT), foi preso na terça-feira (10) suspeito de matar a mulher, Gercineide Monteiro, 35 anos. O corpo da primeira-dama foi encontrado na cama do casal na manhã do mesmo dia. Exames realizados pelo Instituto Médico Legal (IML) em Teresina apontaram que Gercineide foi assassinada com um tiro no ouvido.
No início das investigações, a polícia acreditava em morte natural porque não havia vestígios de sangue. Segundo o delegado geral Riedel Batista, a empregada doméstica da residência, Noêmia Maria da Silva, 43 anos, com quem o prefeito tinha um caso, contou para a polícia detalhes do crime e também foi presa suspeita de participação no assassinato.
Prefeito nega ter assassiando a mulher (Foto: Gustavo Almeida/G1)Prefeito nega ter assassinado a mulher (Foto:
Gustavo Almeida/G1)
Ainda de acordo com o Riedel Batista, Noêmia Maria revelou provas do crime. Em depoimento à polícia, ela disse que o prefeito foi o autor do assassinato e mostrou lençóis manchados de sangue, além de ter indicado o local onde a arma estava escondida. O revólver calibre 38, com capacidade para cinco tiros, foi encontrado enrolado em uma toalha entre o forro e o teto de um dos cômodos da residência.
Primeira-dama foi encontrada morta na cama do casal (Foto: Sérgio Alves/Arquivo Pessoal)Primeira-dama foi encontrada morta na cama do
casal (Foto: Sérgio Alves/Arquivo Pessoal)
O prefeito e a empregada foram trazidos pela polícia para Teresina na manhã desta quarta-feira (11). José de Arimatéa se declarou inocente e acusou a empregada de ser a autora do crime. "Eu não matei minha esposa e quem matou já está presa", disse à imprensa quando chegava à Delegacia Geral do estado.
De acordo com o comandante de policiamento do interior, Coronel Paulo de Tarso, os suspeitos farão exames residuográficos que indicarão a presença de pólvora nas mãos do autor do disparo.
O delegado geral do estado disse também que o prefeito e a empregada serão investigados por homicídio duplamente qualificado pelos seguintes agravantes: vítima indefesa e motivo fútil. José de Arimatéa será encaminhado para uma unidade da Polícia Civil e Noêmia Maria da Silva para a Penitenciária Feminina de Teresina.
O corpo da primeira-dama foi liberado por volta das 22h de terça-feira (10). Gercineide Monteiro morava com o marido e os dois filhos, que têm 12 e 6 anos de idade.

Tribunal de Roma marca para quinta decisão sobre Pizzolato, diz PGR

Depois de sessão nesta quarta, juízes se retiraram para deliberações.
Procuradoria do Brasil e Ministério Público italiano querem a extradição.

Henrique Pizzolato é solto na Itália (Foto: Reprodução)Henrique Pizzolato foi condenado no julgamento
do mensalão (Foto: Reprodução)
A Corte de Cassação de Roma, na Itália, marcou para esta quinta-feira (12) a tomada de uma decisão sobre a extradição do ex-diretor de marketing do BB Henrique Pizzolato, segundo informou a Procuradoria-Geral da República do Brasil, que acompanha o caso.
Pizzolato foi condenado a 12 anos e 7 meses de prisão por corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro no julgamento do mensalão, mas, em 2013, fugiu para a Itália.
Ele foi preso na cidade italiana de Maranello em fevereiro de 2014 por portar documento falso. Depois, foi solto em 28 de outubro, quando a Corte de Bolonha negou sua extradição e permitiu que ele respondesse em liberdade. No mês seguinte, a Advocacia-Geral da União (AGU) do Brasil apresentou o recurso contra a decisão.
Na sessão desta quarta, o Ministério Público italiano, que em novembro apresentou recurso contra a negativa de extraditar Pizzolato, pediu à Corte a anulação da decisão de Bolonha.
Também na sessão, a defesa de Pizzolato usou como argumento o caso do ativista italiano Cesare Battisti, que teve o pedido de extradição para a Itália negado pelo Brasil. A defesa do ex-diretor do BB apela para o princípio da reciprocidade, em que a Itália deveria tomar a mesma decisão tomada pelo Brasil.
Tratamento adequado em presídios
No recurso apresentado pela AGU em novembro do ano passado à Corte de Bolonha, o governo brasileiro busca demonstrar, em 62 páginas de argumentação, que não há motivo concreto e específico para supor que Pizzolato estará sujeito a tratamento que viole seus direitos fundamentais. Segundo a AGU, o Brasil apresentou provas de que Pizzolato terá tratamento adequado enquanto cumprir pena em território brasileiro.
O Brasil também apresentou no recurso garantias de que não houve episódio de violência durante a execução da pena dos condenados pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento do mensalão.
Ainda que a Justiça italiana decida favoravelmente à extradição de Pizzoalato, o governo da Itália pode se recusar a extraditá-lo, já que ele tem dupla cidadania. No entanto, ao contrário do Brasil, não há proibição na legislação italiana para a extradição de nacionais.
'Inocência no mensalão'
Pizzolato alega inocência no processo do mensalão, afirmando que pagamentos do Banco do Brasil para agências de Marcos Valério foram autorizados para serviços efetivamente prestados. A denúncia que levou à sua condenação dizia que recursos oriundos do Fundo Visanet administrados pelo banco serviram para abastecer o esquema de compra de apoio político.

Inspetor da Polícia Civil suspeito de extorsão é preso no Rio

Márcio Benevides foi preso na manhã desta quarta-feira (11).
Na sexta (6), três policiais civis também foram detidos.


O chefe do Setor de Investigações da Delegacia de Defraudações, o inspetor Márcio Benevides, foi preso na manhã desta quarta-feira (11) por Agentes da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) da Secretaria de Estado de Segurança, com o apoio de agentes da Corregedoria Geral Unificada e da Corregedoria Interna da Polícia Civil.
     
De acordo com a Secretaria de Segurança, a prisão foi um desdobramento da operação realizada há um semana pela SSINTE e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (GAECO) que resultou na prisão dos policiais civis Diogo Ferrari Conrado Coimbra e Anderson Pinheiro Rios, lotados na Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente. Eles seriam suspeitos de extorquir empresários.
As investigações apontaram que o inspetor preso também integrava o esquema de extorsão e ficava com parte do dinheiro do crime.
Na sexta (6), três policiais civis da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (DPMA) foram presos após uma ação conjunta da Subsecretaria de Inteligência (SSINTE) da Secretaria de Estado de Segurança e do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Rio de Janeiro (Gaeco), com o apoio da Corregedoria Geral Unificada.

Diogo Ferrari, Conrado Coimbra e Anderson Pinheiro Rios, o Jesus, são inspetores da DPMA e suspeitos de extorquir empresários. De acordo com as investigações, os policiais simulavam flagrantes em funcionários de empresas de caminhões, os encaminhando à sede da DPMA, onde era exigida uma propina para a liberação de uma falsa denúncia de crime ambiental. Esses policiais ofereciam aos empresários, a partir de então, um pagamento mensal, para que as empresas não fossem 'investigadas'.

CET-Rio pede apuração para saber se agente foi atropelado propositalmente

David Bezerra de Vasconcelos morreu na noite de terça (10) após acidente.
Colega de trabalho relatou discussão com motorista de ônibus pouco antes.

Guarda de trânsito David Bezerra da Silva morreuatropelado nesta quarta (Foto: Arquivo pessoal)

Um agente de trânsito morreu nesta quarta-feira (11) após ser atropelado quando liberava uma via após um acidente que envolveu um ônibus e um carro na Praça da República, no Centro do Rio, na terça (10). Segundo a Cet-Rio, ao solicitar a liberação da via após a colisão, o motorista do ônibus o atropelou.

Em entrevista ao RJTV, o presidente da Companhia, Joaquim Dinis, pediu apuração para saber se "o que aconteceu foi um assassinato".

David Bezerra de Vasconcelos, de 35 anos, foi socorrido ao Hospital Souza Aguiar, no Centro. Ainda de acordo com a Cet-Rio, ele sofreu fraturas na perna e na bacia.

A ocorrência foi registrada na 4º DP (Praça da República). De acordo com a polícia, um inquérito foi instaurado para apurar o crime de homicídio. O motorista do coletivo foi ouvido na unidade policial. Ainda segundo a corporação, os agentes já requisitaram a perícia no veículo e também solicitou as câmeras de monitoramento instaladas no interior do ônibus para análise.

Equipes da PF fazem operação para apreender iate de Eike em Angra



Na semana passada, casa do empresário no Rio foi alvo de ação semelhante.
Justiça quer saber se Eike tem contas no exterior e quanto foi remetido.

Janaína CarvalhoDo G1 Rio
Iate de Eike Batista em Angra dos Reis, em fevereiro de 2015 (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)Iate de Eike Batista em Angra dos Reis, em fevereiro de 2015 (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)
Equipes da Polícia Federal realizam nesta quarta-feira (11) uma operação em Angra dos Reis, na Costa Verde, para apreender o iate do empresário Eike Batista, além de outros bens que encontrarem na casa que ele tem no município, como informou o Bom Dia Brasil.
Segundo o juiz federal Flávio Roberto de Souza, da 3ª Vara Federal Criminal, a apreensão faz parte da decisão que decretou, na semana passada, o bloqueio de R$ 3 bilhões em bens do empresário e de parentes dele para preservar possíveis indenizações e multas.
"Depois de todos os bens apreendidos, vamos avaliar até chegar no montante que o Ministério Público requereu. Se ultrapassar, o restante será devolvido", informou o magistrado.
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Parte do fundos casa de Eike Batista em Angra dos Reis, em fevereiro de 2015 (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)Parte do fundos casa de Eike Batista em Angra dos Reis, em fevereiro de 2015 (Foto: Reprodução/TV Rio Sul)
Na última sexta-feira (6) diversas apreensões foram feitas na casa de Eike no Jardim Botânico, Zona Sul do Rio. Durante a ação, foram levados o celular do empresário, documentos, seis carros (dois deles importados), um piano, 16 relógios, R$ 90 mil em dinheiro e mais o equivalente a R$ 37 mil em outras moedas. Inicialmente, a defesa do empresário havia estimado em R$ 80 mil o valor recolhido.
Segundo a PF, também foram apreendidos dois motores para lancha, um computador, uma escultura e um ovo Fabergé (joia feita para czares russos nos séculos 19 e 20).
Carro de Eike é apreendido pela Polícia Federal (Foto: Polícia Federal/Divulgação)Carro de Eike apreendido pela PF na sexta-feira (6)
(Foto: Polícia Federal/Divulgação)
Contas no exterior
Segundo o magistrado, está sendo julgado o pedido de rastreamento de contas do empresário no exterior.
“Existe um inquérito tramitando que implica na evasão de divisas e lavagem de dinheiro. Queremos saber onde ele tem conta e quanto ele remeteu para o exterior”, ressaltou o juiz, explicando que, mesmo que o processo seja deferido nesta quarta, não é um processo rápido, pois o Ministério Público precisará encaminhar o pedido para órgãos de cooperação internacional, como a Interpol e o FBI (agência federal de investigação dos EUA).
Defesa
Indignado, o advogado Sérgio Bermudes disse na sexta que o bloqueio e a apreensão de bens foi uma "decisão selvagem e brutal". "Não deixaram dinheiro nem para ele comprar bananas para o filho de 3 anos. A Polícia Federal foi extremamente correta e cortês. Mas a decisão judicial só pode ser classificada como fúria selvagem", afirmou.
Segundo o advogado, a apreensão de todos os bens do empresário foi para garantir o pagamento de indenização de vítimas de supostos atos fraudulentos, caso Eike seja condenado. No entanto, Bermudes alegou que o processo que corre na 3ª Vara Federal Criminal ainda está no início.
Nesta quarta, o Tribunal Regional Federal no Rio vai julgar o pedido da defesa de Eike que pede o afastamento do juiz do processo por imparcialidade. “É uma suspeição sem base legal, de fundo meramente político. Não há nenhuma violação a artigo do código de processo penal”, afirmou o magistrado Flávio Roberto de Souza.

Governo vai apertar fiscalização contra trabalho informal

Expectativa é arrecadar ao menos R$ 5,2 bilhões em 2015.
Governo estima que há 14 milhões de trabalhadores na informalidade.


O Ministério do Trabalho informou nesta quarta-feira (11) que adotará medidas para combater a informalidade no mercado de trabalho brasileiro, que segundo estimativas oficiais atinge 14 milhões de trabalhadores, e intensificar o combate à sonegação de valores devidos ao Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Com as medidas, o governo espera arrecadar ao menos R$ 5,2 bilhões até o fim deste ano em recursos para o Fundo de Amparo ao Trabalhador, para o FGTS e para a Previdência Social.
Ainda temos 14 milhões de trabalhadores em situação irregular, que não têm acesso aos seus direitos básicos"
Manoel Dias, ministro do Trabalho
"Mesmo que tenhamos hoje mais de 50 milhões de pessoas empregadas formalmente e isso é uma grande conquista dos últimos 12 anos, ainda temos 14 milhões de trabalhadores em situação irregular, que não têm acesso aos seus direitos básicos. Isso representa uma sonegação de R$ 80 bilhões por ano à Previdência e ao FGTS, que nós temos de combater pelo bem do trabalhador, tanto na questão dos direitos quando na saúde dos fundos", declarou o ministro do Trabalho, Manoel Dias.
Segundo ele, os auditores fiscais do trabalho estão dando início à segunda fase do Plano Nacional de Combate à Informalidade neste ano, com o objetivo de formalizar, ao menos, 400 mil trabalhadores de maneira direta até o fim de 2015, o que geraria, de acordo com estimativas do governo, uma arrecadação extra de R$ 2,52 bilhões para a Previdência Social e para o FGTS. As regiões Nordeste e Sudeste, que têm os maiores índices de informalidade, devem ganhar "atenção especial", informou o governo.
Na última segunda-feira (9), o ministro anunciou que as medidas teriam um impacto de R$ 10 bilhões. Questionado sobre a diferença entre os R$ 5,2 bilhões e os R$ 10 bilhões informados anteriormente, Manoel Dias afirmou que novas ações serão adotadas nos próximos meses para completar o valor de R$ 10 bilhões.
Multa maior por falta de carteira assinada
Para aumentar o índice de formalização, o Ministério do Trabalho também informou que pretende encaminhar à presidente Dilma Rousseff um pedido para elevar o valor da multa para o empregador que não registrar em carteira o trabalhador. A multa, atualmente, é de R$ 402,53 e não é atualizada há 20 anos.
Segundo avaliação do ministro Manoel Dias, o valor atual da multa não "assusta" mais o sonegador, que muitas vezes prefere se arriscar e manter o trabalhador irregular. Para o valor da multa ser elevado, porém, ainda tem de ser enviado, e aprovado, um projeto de lei sobre o assunto pelo Congresso Nacional.
Maior fiscalização eletrônica do FGTS
Outra ação anunciada pelo Ministério do Trabalho é a deflagração, a partir desta semana, da terceira fase do Programa de Fiscalização Eletrônica (FGTS). A meta, informou o governo, é recolher e notificar um valor superior a R$ 2,6 bilhões até o fim deste ano e, também, garantir que os valores devidos aos trabalhadores sejam depositados nas suas contas vinculadas.
O Ministério do Trabalho estimou que a sonegação média do FGTS é de 7% ao ano, o que representa cerca de R$ 7,3 bilhões se for levada em consideração que a arrecadação do FGTS, em 2014, foi de R$ 104,5 bilhões. "Nós vamos em busca dessa diferença, e esperamos ultrapassar a meta de R$ 2,6 bilhões, já que temos a recolher o FGTS não apenas do ano passado", declarou o ministro Manoel Dias.
O Ministério do Trabalho esclareceu que houve, nos últimos anos, um avanço no "mapeamento" de sonegadores por meios eletrônicos e acrescentou que, para atingir esse objetivo de arrecadação, o governo pretende capacitar mais 1500 auditores fiscais do trabalho em novas ferramentas de fiscalização do FGTS. Além disso, também pretende aumentar a porcentagem de empresas alcançadas por meio da fiscalização eletrônica.